sábado, 25 de junho de 2011

A IGREJA NUNCA GANHARÁ O BRASIL PARA CRISTO

Recebi o texto abaixo, de autoria de Maurício Zagari, por email de um grande amigo que é missionário em Munique, na Alemanha. Como estou sem tempo para escrever textos meus (já há algum tempo), resolvi postá-lo por achar pertinente e verdadeiro. Peço desculpas ao autor, mas precisei editá-lo para facilitar a leitura dos sempre apressados visitantes de blog (como eu), porém, a fonte consta logo abaixo e quem preferir lê-lo na íntegra poderá fazê-lo, clicando no endereço do blog apenas1wordpress.com. Boa leitura.

Ouço frequentemente uma conclamação feita nos mais variados recônditos do universo evangélico: Vamos ganhar o Brasil para Cristo!!! Bem, lamento informar, mas nós nunca vamos ganhar o Brasil para Cristo. E antes que você, espantadíssimo com minha falta de fé, me acuse de derrotismo ou mesmo de estar a serviço do mal, deixe-me explicar (...).
1. Aspectos biblicos:
A Bíblia nunca promete que nações inteiras se converteriam ao Senhor em nossos dias. Ela fala: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mt 24.14) mas em momento algum promete que isso resultaria em conversões em nível nacional. Anunciar o Evangelho é uma coisa. Ele resultar em conversões é algo bem diferente. (...) a Palavra de Deus é clara ao afirmar que a minoria herdaria o Reino dos Céus: Mt. 7.13, 14; 22.14; Lc. 12.32; 13.23-27; (...) Ou seja: não há na Bíblia nenhuma promessa ou sugestão de que haverá multidões de salvos entrando em nível nacional pelos portões do Céu. Não: a salvação é para poucos. Repare que na parábola do semeador (Mt 13) a maioria das sementes não frutifica, apenas uma pequena parte delas germina e dá frutos. Gostaria que fosse diferente. E termos sempre que fazer de tudo e empreender todos os nossos esforços para que o máximo de pessoas receba a mensagem da Salvação. Temos que pregar o Evangelho a toda criatura. Mas no que tange à Bíblia não posso afirmar o que ela não afirma só porque me faria sentir melhor. A verdade é o que é.

2. Aspectos históricos.
(...) Foi assim no Primeiro e no Segundo Grande Despertamentos dos séculos 18 e 19, por exemplo. Mas minha pergunta é: como estão essas nações hoje?
A verdade nua e crua? Espiritualmente falidas.
Os Estados Unidos, avivados pela pregação de bastiões como Jonathan Edwards e George Whitefield, são hoje um país cristão não-praticante, pérfido, devasso e sem nenhum tônus espiritual, que fez o que fez no Oriente Médio sob a direção de um presidente supostamente evangélico. Um país onde a Igreja tem aceito a ordenação de bispos cuja orientação sexual em outras épocas jamais seria aceita e que inventou a Teologia da Prosperidade. Um país espiritualmemte e moralmente em bancarrota, que exporta para o mundo filmes, programas de TV e músicas abomináveis pela moral bíblica.
Já a Inglaterra, país que na época de John Wesley se viu renovado espiritualmemte, hoje mal se lembra que há um Cristo. No restante da Europa, encontramos países como Espanha e Portugal, com menos de 1% de cristãos reformados. Nos berços da Reforma Protestante, Alemanha e Suíça, a Igreja evangélica tornou-se uma entidade fantasma, com igrejas vazias e nenhuma influência sobre a vida da sociedade (...).
3. Aspectos contextuais (atuais)
(...) A maior parte da Igreja visível no Brasil de hoje é espiritualmente flácida e complacente com o pecado: o comportamento visível dos cristãos diante da sociedade não tem sido muito diferente do comportamento dos não-cristãos. Em geral, somos agressivos, arrogantes, vingativos, mentirosos e egocêntricos. Fraudamos impostos, passamos cheques sem fundos, não honramos nossa palavra. Nossos seminaristas colam nas provas. Não cedemos lugar no ônibus para o idoso, fingimos que não vemos o mendigo, jamais emprestamos o ombro a um órfão sequer e muito menos a uma viúva. Articulamos dentro das igrejas para conseguir ocupar cargos de destaque. Usamos a sexualidade de modo tão mundano como qualquer personagem da novela das oito. Nossas conversas são torpes, falamos mal dos outros pelas costas, jogamos irmãos contra irmãos, contamos anedotas pesadas e fazemos piada com a manifestação dos dons do Espírito Santo. E por aí vai. Uma Igreja assim não tem a menor moral de pregar o arrependimento de pecados para o mundo: primeiro ela própria tem de se arrepender.
● O modelo de igreja predominante no Brasil não forma cristãos sólidos. Como afirmou este ano em uma de suas palestras na Conferência da Sepal o Bispo Primaz da Igreja Cristã Nova Vida, Walter McAlister, o modelo de igreja-show não forma discípulos de Cristo. Enquanto formos aos cultos apenas para assistir a algo que se passa num palco e não para participar; enquanto não nos submetermos a um discipulado radical; enquanto não resgatarmos o papel de família de fé das nossas igrejas, nunca conseguiremos formar cristãos minimamente capazes de viver e compartilhar com eficiência sua fé com uma pessoa, que dirá com uma nação.
● O evangélico brasileiro não gosta de ler. Lidos sob o poder e a iluminação de Deus, livros são o alicerce da transformação. Mas nossos jovens preferem videogames, televisão, internet e no máximo inutilidades como a série “Crepúsculo” do que livros essenciais para a formação de um caráter cristão. E sem uma mente bem formada nos tornamos incapazes de pensar uma nação. Quanto mais transformá-la. O poder de Deus age, mas age por intermédio de seres humanos – que precisam ter bagagem intelectual para explicar e transmitir. E ainda lemos muito menos do que deveríamos. E a qualidade do que lemos, em geral, deixa muito a desejar.
● Somos analfabetos bíblicos. Uma pesquisa recente feita entre os líderes de jovens de certa denominação mostrou que menos de 30% deles tinham lido a Bíblia toda. Repare: estamos falando de líderes! Aqueles que deveriam ensinar os outros! Se não lemos, não conhecemos, e se não conhecemos… o que vamos pregar? Nossa teologia é formada a partir daquilo que ouvimos em corinhos, assistimos em péssimos programas evangélicos de TV, lemos em frasezinhas soltas no twitter e em adesivos de automóveis. Mas são poucos os que realmente se dedicam ao estudo sistemático e aprofundado das Escrituras. Então vamos ganhar o Brasil pra Cristo, mas… que Cristo? Se não conhecemos o Cristo segundo as Escrituras o apresentam, que Cristo é esse que estamos pregando? Se não entendemos a Palavra por não conhecê-la, que Palavra é essa que estamos pregando? Sem conhecer a Bíblia não temos absolutamente nada a oferecer em termos espirituais à nação.
● Grande parte da Igreja evangélica brasileira é egocêntrica. Ora por si e pelos seus. Pede bens materiais, emprego, carro e casa própria em suas orações. Quer a cura de suas enfermidades. Mas não se dedica muito a interceder pelo próximo, orar pelo arrependimento dos pecados e buscar sanar os males da sociedade. Não ora pelos pobres. Não estende a mão ao faminto. Não olha para o próximo. Não se devota. Não considera o outro superior a si em honra. E ganhar uma nação para Cristo exige olhar, antes de tudo e antes de si mesmo… para a nação.
● A Igreja está hedonista. Quer prazer. Quer alegria. Quer ser feliz da vida. Quer emoção. Que louvores vazios, mas emocionantes. Quer cantores carismáticos, mesmo que pouco espirituais. Quer shows e não momentos de intimidade com Deus. Quer se sentir bem. Quer culto que atenda às suas necessidades. Quer pregações que a faça sorrir. Quer enriquecer e ter uma vida abastada. Só que antes de ganhar uma nação para Cristo temos que chorar muito, nos humilhar, esquecer o que nos faz bem e buscar o que faz bem à nação. E orar. Orar! A Igreja hoje celebra muito, canta muito… mas ora de forma mirrada, esquelética. Só que pouca oração e muita celebração não farão nação alguma se converter. Se ganharmos o país para esse modelo de cristianismo o que faremos é transformar o Brasil numa grande rave gospel, com festa atrás de festa, celebração após celebração e pouca ou quase nenhuma vida íntima com Cristo.
● Grande parte da Igreja tem pregado um evangelho mentiroso.  O que se tem divulgado é um Jesus fictício, complacente, eternamente alegre e exultante, que nos garante “plenitude de alegria, todo dia”. Mas o Cristo de verdade quer que tomemos nossa cruz para segui-lo. Que morramos para nós mesmos. Que deixemos pai e mãe para ir após Ele. Mas a nação não quer fazer nada disso. E para ganhar a nação para Cristo ela tem que saber que terá de abrir mão de muita coisa, de esvaziar-se de suas vontades e desejos e seguir um caminho de renúncia e muitas vezes de sofrimento. Ganhar a nação para Cristo significa propor a ela: tome sua Cruz e siga-me. Arrependa-se de seus pecados, abra mão de seu eu e mude de vida. Honestamente: é isso que temos pregado?
● A Igreja está dividida. A Palavra nos diz que “Se um reino estiver dividido contra si mesmo, não poderá subsistir” (Mc. 3.24). Mas, deixamos nossas paixões denominacionais suplantarem a unidade. Nós, pentecostais, fazemos piada com os tradicionais. Os tradicionais ridicularizam os pentecostais.  Menosprezamos (todos nós) os neopentecostais. Tornamos-nos “anti” qualquer coisa que não sejamos nós mesmos. Nas tentativas de unir a Igreja perde-se tempo com discussões inócuas e vaidosas. Esquartejamos o Corpo de Cristo. E ainda assim queremos acrescentar uma nação inteira a esse Corpo? Como? Se não depusermos as hostilidades e buscarmos a unidade – verdadeira e sincera – uma nação ganha para Cristo sob esses moldes de igreja desunida seria um grande frankenstein.
● Nossas motivações são equivocadas. Queremos ganhar o Brasil pra Cristo não por amor às almas perdidas, mas sim para garantir nosso galardão no céu ou para finalmente fazermos parte do clube que representa a maioria e não a minoria. Queremos é estar por cima. Falta-nos, mais do que amor pelo Brasil, amor por cada brasileiro.
● Estamos tentando avançar na sociedade utilizando cargos políticos e legislações. Queremos ganhar o Brasil não para Cristo, mas para projetos de poder mascarados de cristianismo. E isso elegendo políticos supostamente comprometido com o Evangelho, fazendo marchas e protestos, usando de politicagens e chantagens políticas e organizando lobby no Planalto. E nada disso são armas espirituais. Nada disso nunca vai, de modo algum, glorificar o Senhor. Apenas cumprirá uma agenda política e nada mais.
(...) Precisamos de um milagre. É caso de vida ou morte. E morte eterna. Precisamos nos arrepender dos caminhos pop e egoístas que estamos trilhando. Precisamos voltar a orar com um coração generoso. Precisamos nos humilhar. Precisamos clamar por misericórdia. Precisamos parar de tentar vencer o mundo no peito e na raça e tentar vencer, antes de qualquer outra coisa, nossas próprias concupiscências com o rosto no pó e os joelhos calejados. Essa luta não se vence com gritos, protestos, marchas, lobbies políticos e partidarismos, mas com lágrimas. Até caírem as escamas de nossos olhos e enxergarmos a dimensão espiritual que existe por trás da cortina da matéria continuaremos agindo como o servo de Eliseu, que não via o exército celestial do lado de fora de sua casa e desejava agir segundo os métodos do mundo e não os do Espírito.
Até lá, antes de pensarmos em ganhar o Brasil para Cristo, deveríamos nos preocupar em ganhar a nós mesmos para Ele. E isso diariamente. Pois é mediante a  transformação pessoal, de um a um, alma a alma, no campo do micro, que alcançaremos o macro. Caráter. Espiritualidade. Intimidade com Deus. Estudo aprofundado das Escrituras. Leitura de autores sérios. Menos exultações e mais contrição. Amor ao próximo de fato, comprovado em atos. Sem atitudes como essas, ganhar a nação para Cristo é um sonho distante. E, honestamente, impossível.
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!


19 comentários:

Missionária Bella Dourado disse...

Paz Pastor Guedes!
Que beleza de texto. Este eu baixei e vou guardar como guardo as publicações que para mim são úteis em qualquer tempo - sempre gosto de apreciar e "degustar" as frases.

Deus abençõe e abençoao final de semana!

Pr. Henrique Jorge disse...

Realmente é presunção achar que a igreja pode converter toda uma nação gigante como o Brasil a Cristo, esperamos porém que nossa geração seja alcançada por um grande avivamento que nos resgate a autoridade de Cristo em nossas igrejas cada vez mais caracterizadas pela política, modismos e invenções humanas. parabés ao blog pastor Guedes, sempre agudo em suas abordagens.

Pastor Guedes disse...

Prezada Missionária Bella Dourado,

A Paz do Senhor!

Estava sentindo falta de seus comentários aqui. Mas, quero lembra que esse texto não é meu.

Volte sempre e deixe seus preciosos comentários, pois são muito bem vindos!

Deus Abençoe sua casa.
No Amor de Cristo!

Pastor Guedes disse...

Caro Amigo Pr. Henrique Jorge,

A Paz do Senhor!

É sempre bom ter você por aqui.

Sem dúvida que aguardo e rogo a Deus por um avivamento que sacuda nossas estruturas e nos dinamize mais no sentido de evangelizar o Brasil e o mundo.

Deus abençoe sua casa meu Grande Amigo!

No Amor de Cristo!

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamigo pr. Guedes,

A paz de Cristo, o nosso Senhor!

Esta matéria é resultado da coragem, sensibilidade, certeza, conhecimento, sabedoria e grande aptidão para discernir, o que está emaranhado por dentro de muitas igrejas que confundem aos desapercebido, bem como, aos programas evangélicos, que em entusiasmo eloquente promovem sonhos irreais, desprovidos da oportunidade em verdadeiramente, promoverem e pregarem o Evangelho da Verdade, sem os sintomas dos corriqueiros interesses da política coletiva, que assola grande parte das lideranças.

Eu não creio nesta UTOPIA! É bonito dizer, falar, aceitar tentar convencer aos ouvintes, estes emocionados pela falta do conhecimento bíblico, e muito mais, por aplaudirem a tudo e a todos.

Gostaria de estar errado, mas creio que este texto está plenamente correto em suas afirmações.

O Senhor seja contigo, nobre pastor!

O menor de todos os menores.

Demétrius A . Silva disse...

A paz do Senhor pr. Guedes.
Uma triste realidade, essa é a verdade que muitos lideres e cristãos tem tentado esconder debaixo do tapete. Estamos nus e famintos, e ainda assim queremos vestir e saciar a fome de uma nação perdida.
Que possamos buscar o verdadeiro avivamento, amando a Deus acima de todas as coisas e nosso próximo como a nós mesmos.
Parabéns pr. pela ousadia em publicar um texto que revela nossa realidade.
Já me tornei um seguidor.
Abrçs.
Deus o abençoe.
http://ciencia-religiao.blogspot.com/

Ricardo Moura disse...

Caro Pastor Guedes, a Paz do Senhor Jesus.

Gostei muito do texto, e acho de extrema importância tratarmos com muito cuidado esses atuais indicadores em relação ao crescimento evangélico na nossa nação. Faz algum tempo li na revista Veja uma prospecção que informava que por volta de 2020 cerca de 50% da população brasileira seria evangélica. Nunca ser cristão esteve tão na moda por aqui. Quando converso sobre o meio musical com diversas pessoas não-evangélicas, vejo que nomes comuns a nós estão sendo cada vez mais divulgados e reconhecidos também no meio secular. Portanto, olhando por esse lado, não seria errado dizermos que em poucos anos o nosso pais poderia se dizer uma nação de "maioria evangélica". Lembro-me muito bem da reação que tive ao ler a matéria da Veja. Pensei no que seria classificado como cristão dentro das estatísticas. Uma maioria evangélica, mas com certeza uma minoria genuinamente cristã, baseada nos ensinos de Jesus, que vive a palavra e a tem como regra maior de fé e prática. Estou em absoluto acordo com o artigo publicado no que diz respeito a que jamais nossa nação será essencialmente cristã em sua maioria. Os verdadeiros adoradores continuarão sendo a minoria que para um preço, que vive alheia aos modismos impostos por uma sociedade cada vez mais laica. Que preguemos a palavra. Que busquemos o verdadeiro avivamento. Que não venhamos nos conformar com a "fama" que atualmente gozamos. Olhos sempre abertos - vigiando e orando sempre - e Deus há de operar salvando o quanto ele quiser desta nação.
Que Deus te abençoe, Pastor. Fique na Paz do Senhor Jesus.
Abraços de Ricardo e familia.

Bastidores CalebeOnline.com disse...

Primeiro, que a cada dia, a igreja ficará mais "fraca", não posso dizer "que beleza de texto" ou "que palavras sábias", pois me entristece ver o povo deixando decair a fé e buscando seus próprios objetivos.

Já era previsto, em Timóteo, João, Romanos, ... a igreja está chegando ao fim, e só se manterá firme (realmente), os verdadeiros cristão.

Dói ouvir isso, sim, é triste, é.. porém é a realidade... "fÉ" virou moda, mas a "fé" verdadeira, essa está nos raros.

SANDRO LUIS DO ESPIRITO SANTO disse...

A paz do Senhor, pastor Guedes.

Creio que na ânsia de se cumprir o ide de nosso Senhor, muitos estão pregando de forma vulgar o livro Sagrado. A sã doutrina não tem mistura e modismos, não precisamos descer ao mais baixo nível para proclamar a palavra do Senhor, ou seja, banalizar e deixar o evangelho como algo comum é vulgarizar.
É verdade que a nossa missão é anunciar a palavra do Altíssimo, mas precisamos ser mais éticos e refinados com a preciosidade do livro Sagrado.
Quem for digno, aceitará a Graça do Senhor ( Mt 10.10-11 ), a salvação está a disposição de todos os homens, mas infelizmente não são todos que aceitam o favor do Senhor.

Deus abençoe ! ! !


Leia no blog :

http:/sandrocristao.blogspot.com

Pastor Guedes disse...

Caro Pr. Newton Carpinteiro,

A Paz do Senhor!

Agradeço mais uma vez por sua ilustre participação enobrecendo esse espaço.

Gosto de suas palavras porque o conheço e nos falamos sempre. Seu raciocínio sempre lépido revela um entusiasmo dinâmico próprio de sua personalidade forte.

Deus abençoe sua vida amigo.

Forte Abraço.
No Amor de Cristo!

Pastor Guedes disse...

Caro Demetrius,

A Paz do Senhor!

Agradeço a Deus por sua vida e por suas palavras.

Seja bem vindo como seguidor do blog e esteja certo que também seguirei seu espaço na net.

Forte Abraço.
No Amor de Cristo!

Pastor Guedes disse...

Caro Ricardo, Amigo,

A Paz do Senhor!

Agradeço por sua visita e preciosa explanação.

É isso mesmo. Não gostaria que fosse assim, mas tem sido: quanto maior o número de cristãos em nossa pátria maior o número de pessoas descomprometidas com o Reino (que paradoxo não?!). É a febre da chamada cristandade, o cristianismo nominal.

Forte Abraço.

Deus abençoe ainda mais sua abençoada família.

Pastor Guedes disse...

Caro Calebe,

A Paz do Senhor!

Sou grato por sua visita e comentário.

Entendo seu sentimento, mas o texto do Maurício é um bom texto. Sabe por que? Porque fala a verdade e nos faz pensar em como podemos mudar e melhorar o nosso cristianismo. Também fico triste, como o irmão, diante e uma realidade dessas, mas é assim que estamos vivendo.

Volte sempre.

Forte Abraço.
No Amor de Cristo!

Pastor Guedes disse...

Caro Sandro Luiz, meu Amigo e Irmão,

A Paz do Senhor!

Há, sem dúvida, uma banalização do sagrado em nossos dias, mas já tivemos outros períodos na história onde a igreja viveu um evangelho sem propósito. Eu diria que esse aspecto pendular do cristianismo sempre existirá e para resolver esse problema precisamos de um despertamento para o estudo aplicado das Escrituras.

Parabéns pelo blog.

Forte Abraço.
No Amor de Cristo!

JUNINHO disse...

Meu irmào, a msma coisa q eu falava um dia desses, é isso!!! o pessoal axa q a igreja tá na boa, mas naum o negocio é sério!
E assim tá acontecendo com o Brasil, eo pessoal naum desperta! ACORDEM! a igreja faz tdo o q no mundo se faz hje, naum t;a tendo diferente, naum se sabe qem é crente e qem deixa de ser, eu nem terminei d ler, pois o meu pensamento é igual ao seu. meus parabéns, vou guardar e tirar umas copias e falar lá na minha igreja. ah... c tdo mundo achergace isso...

JUNINHO disse...

Vamos divugar isso em outros site serve de alerna, eu naum sei vcs mas vou mandar, ou o pessoa acorda ou vai fik igual ao U.S.A e outos países, analisem crente pense, reflita e vja oq nos espera c continua do jeito q tá. a paz do Senhor Jesus!

Anônimo disse...

Texto magnifico e .

paulo

Mirian Sales disse...

Amado Pastor guedes,a cada dia que passa,vejo que só teremos direito a salvação pela misericórdia de Deus.Temos que mudar muuuuuuuuuuuito "se quisermos" alcançar a "estatura perfeita"... Que Deus lhe abençõe! (Eu lhe vi na Assembléia de Deus Canaã)

Bispa Sileine disse...

A paz Pr.Guedes amei o texto, pois fala da realidade da igreja evangélica no Brasil e no mundo, mas acredito que há ainda que seja uma minoria igrejas que tentam ensinar ou se preferir doutrinar os membros que Jesus ensina que para "ganhar é preciso perder", a vida eterna não vai ser alcançada de qualquer maneira e infelizmente isso é muito triste mas oremos ao Senhor, todos os que acreditam que Deus pode mudar o quadro das igrejas evangélicas do Brasil e aguardemos com esperança uma transformação , um milagre como a agua em vinho ou como Saulo em Paulo.
A paz e a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Vou postar o texto no meu blog.