terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

PASTOR É PRESO POR SUPOSTA OFENSA A HOMOSSEXUAIS


Grupo ateísta quer prisão de todos os pastores que se colocam contra gays

O dirigente do Movimento de Integração e Libertação Homossexual (MOVILH) do Chile, Rolando Jiménez, e o pastor evangélico Javier Soto protagonizarem uma manifestação, tida como desordeira, nos arredores do parlamento do Chile, na capital Santiago, no final do ano passado.
O incidente ocorreu em dezembro, quando o pastor Soto e um grupo de evangélicos protestava contra a aprovação do casamento gay no Chile. Do outro lado, membros do movimento LGBT defendiam os direitos iguais.
Em determinado momento, o pastor adentrou a Câmara, durante a votação.  “Isso é uma vergonha, homens com homens”, criticava o pastor, afirmando que os deputados eram “sujos” e iriam “para o inferno”.
Após o incidente, o presidente da Comissão de Constituição, deputado Ricardo Rincón disse que investigaria como o pastor entrou na reunião. Soto afirma que recebeu convite para assistir a votação do deputado evangélico Jorge Sabag.
Ouvido pela polícia e liberado, poucos dias depois, o pastor Soto foi preso, acusado de ofender e agredir o porta-voz da organização liderada por Jiménez. Ele foi condenado a uma pena de 541 dias de prisão.
O porta-voz do MOVILH, entrou com a ação em 29 de dezembro, afirmando que ele e membros do movimento eram “constantemente perseguidos” por Soto e outros evangélicos.
Diante do tribunal, Soto teve a oportunidade de admitir a agressão e com isso teria sua pena reduzida para 60 dias. Como negou, o juiz decidiu dar-lhe a pena máxima.
Questionado sobre sua postura, afirmou que a decisão foi “correta, porque não somos covardes. Temos de defender aquilo que acreditamos”. Insistiu ainda que está sendo vítima de perseguição por estar denunciando a “perversão e obscenidade” do movimento gay.
“O que me dá força é que devo continuar a pregar o evangelho. Se for o caso de agora pregar somente aos presos, pregaremos”, finalizou.
Enquanto isso, a Sociedade Ateísta do Chile, na figura de seu vice-presidente, Fernando González, está “comemorando” a prisão e pedindo que isso sirva de “exemplo” para todos os pastores que apresentam um “discurso de ódio” em público, não apenas contra os gays, mas contra qualquer pessoa. A González está pedindo que as autoridades sejam mais duras contra os líderes religiosos.
Com informações

Um comentário:

Valdir E. Santo disse...

Daqui, para vinda de Jesus, teremos o aumento da iniquidade conforme as profecias do Antigo e Novo Testamento. O conformismo que tem abatido a Igreja e a plena aceitação da teologia liberal e conceitos antigos que uma vez salvo, salvo para sempre, tem sido encampado pelas Igrejas Pentecostais trazendo acomodação. Manifestações como do pastor em questão, tem sido uma exceção, num meio que imensa maioria simplesmente viraram as costas, pois abraçaram uma "teologia" que pecado não infere na salvação. Hoje as preocupações de muitos pastores não é salvação de almas, e sim, carros, templos luxuosos, de bem com a mídia, sociedade etc. A Palavra da Cruz é pesada demais para pastores modernistas, pois afastam os endinheirados que por sua vez não se comprometem com uma vida santa, pois querem viver o reino aqui e agora.